Ouro Preto, 12 de janeiro de 2022. A Secretária de Cultura de Ouro Preto, Maria Margareth Monteiro Assunto : pedido de registro do modo de vida republicano das repúblicas da Universidade Federal de Ouro Preto como patrimônio cultural imaterial de Ouro Preto Proponente : Otávio Luiz Machado Silva Inicialmente os meus cumprimentos. Em seguida, então de forma documentada e justificada (de acordo com o que reza a Lei Nº 17/2002 da Prefeitura Municipal de Ouro Preto), então entramos com o pedido de registro do modo de vida republicano das repúblicas da Universidade Federal de Ouro Preto como patrimônio cultural imaterial de Ouro Preto. Que a documentação apresentada seja submetida aos mais diversos órgãos da Prefeitura Municipal de Ouro Preto e ao Conselho Compatri. Que o caminho do presente pedido de registro chegue ao objetivo final, o registro no Livro de Registro dos Lugares, que conforme a lei é “onde serão registradas mercados, feiras, santuários e dema...
O trabalho de final de curso que a estudante Ana Carolina da Silva do curso de Turismo da UFOP está prestes a concluir é inovador no aspecto de enfocar as repúblicas estudantis de Ouro Preto como patrimônio imaterial de Ouro Preto. A estudante já apresentou um artigo no Congresso Mineiro de Direito do Patrimônio Cultural, que aconteceu entre os dias 25 e 26 de Outubro de 2018 em Ouro Preto. Com o título "A importância do registro da tradição republicana como patrimônio imaterial de Ouro Preto", a estudiosa participou da sessão de trabalhos publicados voltados ao tema da " Proteção, Políticas Públicas e Patrimônio Imaterial". O seu estudo, que vem de um esforço de pesquisa, dedicação e produção de conhecimento de interesse de Ouro Preto, então apontou o seguinte no artigo do Congresso: " A centenária vida estudantil da cidade também atrai moradores sazonais, com foco especial nas repúblicas federais e particulares, em torno das quais se construiu toda...
Fonte: Rômulo Soares 16 de fevereiro de 2022 às 14:14 Ex-alunos e moradores das repúblicas estudantis de Ouro Preto buscam o reconhecimento da vida republicana como um patrimônio imaterial da cidade. A iniciativa foi proposta pelo ex-aluno da República Aquarius, Otávio Luiz Machado, que realizou o pedido formal junto à Prefeitura de Ouro Preto . Otávio Luiz, também conhecido por seu apelido republicano Jaka, se formou em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), é pesquisador e tem diversos estudos e publicações sobre as repúblicas da cidade. Atualmente, ele coordena o projeto “Aquarius Patrimônios”, que realiza um levantamento histórico sobre a sua república, que tem 52 anos, possui cerca de 200 ex-alunos e é a maior da América Latina. Ser reconhecido como um patrimônio imaterial de Ouro Preto é um antigo sonho da comunidade de ex-alunos e moradores, segundo o historiador. “Neste início de 2022, eu como estudios...
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